Quem quiser que decifre
O que há por trás dos copos quebrados
Do silêncio violentado
E da ânsia proibida
permitida.
Decifre quem quiser
Os sonhos-medos-encorajados
Pelas mazelas do mundo
Pelas gazelas soltas nos bares
Pelas donzelas fingidas
dormindo nos lares
Se quiser, decifre
O olhar sorrindo calado
Insistindo um sussuro
grito desespero
Alto. Muito Alto!
“Libertem as donzelas!
Prendam as gazelas!
Findem as mazelas!”
Se desejar, decifre.
As mais possíveis utopias
Suas, nossas, minhas.
Puras. Duras.
Vãs. Sãs.
Poesias...
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
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Me lembra Florbela Espanca...
ResponderExcluirLinda!